Além de armazenar listas de valores, vetores também podem ser utilizados como estruturas auxiliares para marcação, contagem e controle de ocorrências.
Nesses casos, o índice do vetor deixa de representar apenas uma posição sequencial e passa a modelar alguma informação do problema.
Considere o exemplo a seguir.
https://www.youtube.com/watch?v=_HwGMyqf1X4
Charles participou de uma atividade em Fernando de Noronha na qual fotografou diferentes espécies de tubarões. Cada espécie era representada por um número entre 1 e 14. O objetivo do programa era identificar quais espécies apareceram nas fotos e informar quantas espécies diferentes foram registradas.
Uma estratégia eficiente consiste em usar um vetor para marcar se cada espécie apareceu ou não.
Por exemplo, podemos criar um vetor em que:
À medida que cada foto é lida, marcamos no vetor que aquela espécie apareceu. Depois, basta percorrer o vetor para verificar quais posições foram marcadas.
Esse tipo de modelagem é muito útil em diversos problemas de programação, especialmente quando precisamos:
Assim, o vetor deixa de ser apenas uma lista de dados e passa a funcionar como uma estrutura de apoio à lógica do algoritmo.
O uso de vetores dessa forma será retomado em exemplos e exercícios ao longo da disciplina.